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  • Amon Pinho carried out his postdoctoral studies in Philosophy at the University of Lisbon (2011) and holds a PhD in H... moreedit
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The article deals with potential elective affinities between the prophetic-eschatological thinking of Father Antonio Vieira and some messianic aspects of the luso-afro-brazilian folk culture, as forms of expression of literate and... more
The article deals with potential elective affinities between the prophetic-eschatological thinking of Father Antonio Vieira and some messianic aspects of the luso-afro-brazilian folk culture, as forms of expression of literate and non-literate cultures, respectively. This is achieved through the perspectives developped by certain works of Agostinho da Silva and Ariano Suassuna. Its main purpose is to reflect on the affinities, similarities or analogies observed by the mentioned authors, taking into consideration how they constitute, in their writings, synchronic chains of meaning, in which the " erudite " is closely related to the " popular " , and vice versa.
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In this essay we intend to develop a reflection on the ideological and cultural transformations that modernity has brought with it, transforming the relationship between societies and the perception of time, who can design the ideal... more
In this essay we intend to develop a reflection on the ideological and cultural transformations that modernity has brought with it, transforming the relationship between societies and the perception of time, who can design the ideal future as a single period, mythologized in the name of a constant progress. Having emerged as a utopia in the eighteenth and nineteenth centuries, the ideology of modernity dominated the twentieth century, which also would meet the setbacks that led to the emptying and cynicism. It is precisely the implications and limitations of this great Faustian dream lived by the West that we approach, showing why the great utopia of modernity would germinate various antiutopia over the century of the nine hundred’s.
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Reflecting upon the Benjaminian conception of history as a science and as a form of remembrance means, first of all, to think about the peculiar relationship it establishes between theology and Marxism. A relationship, as we shall see, of... more
Reflecting upon the Benjaminian conception of history as a science and as a form of remembrance means, first of all, to think about the peculiar relationship it establishes between theology and Marxism. A relationship, as we shall see, of dialectical complementarity through which Walter Benjamin built the core of his theory of history.
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This paper intends to approach Hans-Georg Gadamer's hermeneutical view of history to Walter Benjamin's dialectical concept of it, choosing, as a contrasting point of view, historicism, which overlaps fact by comprehension on behalf of a... more
This paper intends to approach Hans-Georg Gadamer's hermeneutical view of history to Walter Benjamin's dialectical concept of it, choosing, as a contrasting point of view, historicism, which overlaps fact by comprehension on behalf of a so-called scientific neutrality. To the impossibility of ignoring the "being-there" of the historian, peculiar to gadamerian hermeneutics, Benjamin adds both the presuppositions of historical materialism and the concept of time present in Jewish-Christian theology and Jewish mystics, turning History into science and remembrance, conservation and redemption.
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A Arte de Contar Histórias dá início à Coleção Walter Benjamin da Editora Hedra, cujo objetivo é publicar, sob a cuidadosa organização de estudiosos do pensamento benjaminiano, textos seletos do filósofo e ensaísta alemão, alguns mais... more
A Arte de Contar Histórias dá início à Coleção Walter Benjamin da Editora Hedra, cujo objetivo é publicar, sob a cuidadosa organização de estudiosos do pensamento benjaminiano, textos seletos do filósofo e ensaísta alemão, alguns mais outros menos conhecidos do público brasileiro. Abrangendo escritos já editados ou ainda inéditos no país, os volumes da coleção estão voltados ao leitor interessado em refletir sobre ou a partir da obra produzida pelo pensador e o complexo processo de constituição da sociedade moderna.
Marco célebre na obra de Benjamin, o ensaio sobre o escritor russo Nikolai Leskov, usualmente conhecido como O narrador, abre a presente coletânea de 24 textos do pensador frankfurtiano e ganha agora uma nova tradução, feita diretamente do alemão, como O contador de histórias. O leitor poderá acompanhar o modo como Benjamin, ao relacionar o desaparecimento da faculdade de contar histórias com o ocaso da esfera artesanal da vida, aborda o problema do desenvolvimento da sociedade moderna e a correlata “perda progressiva da comunicabilidade da experiência”.
Ao relacionar a morte da arte de contar histórias com a perda de uma experiência compartilhada, Benjamin suscita questionamentos que permanecem bastante atuais, como o predomínio de uma forma de comunicação centrada na informação que, ao exigir assimilação imediata, torna-se irreconciliável com o espírito do conto e de seu contador. A mídia de massa não opera como o sábio narrador, cuja vida não incluía “apenas sua própria experiência, mas também uma boa parte da experiência alheia”, haja vista que assimilava “ao que tem de mais intimamente seu aquilo que aprendeu por ouvir dizer”.
Em A Arte de Contar Histórias o leitor também encontrará quinze contos do próprio Benjamin, além de quatro narrativas radiofônicas e quatro textos literário-críticos. Escritos entre 1928 e 1936 (com exceção de A morte do pai, novela redigida por um jovem Benjamin de 20 anos e publicada postumamente), os textos que compõem o presente volume perpassam uma variedade de questões caras ao pensador alemão, mas são marcados, sobretudo, pela preocupação com o fim da arte de contar histórias. Ademais, passam agora a constituir uma coletânea que, tanto em sua forma como em seu conteúdo, convida o leitor a repensar a oposição entre filosofia e literatura como dimensões radicalmente separadas, aplainando caminho para uma reflexão aberta à ideia de um entrecruzamento mais estreito entre essas duas formas discursivas.
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Nascidos na década de oitenta do século XIX, mas afirmando-se na vida pública, sobretudo a partir da segunda década do século XX, Raul Proença (1884-1941), Jaime Cortesão (1884-1960) e António Sérgio (1883-1969), pelo modo como aliam a... more
Nascidos na década de oitenta do século XIX, mas afirmando-se na vida pública, sobretudo a partir da segunda década do século XX, Raul Proença (1884-1941), Jaime Cortesão (1884-1960) e António Sérgio (1883-1969), pelo modo como aliam a produção intelectual com a intervenção cívica e política, evocam irresistivelmente a famosa Geração de Setenta de Antero de Quental, Oliveira Martins e Eça de Queirós, apesar de tudo o que desta os separa nos subsequentes percursos de vida e orientações ideológicas. Em comum e sempre, uma idêntica ética da missão do intelectual na cidade. Em comum também a admiração por Antero e a rejeição dos dogmas do naturalismo cientificista. No seu conjunto, os três constituem-se em exemplos do modo como uma certa intelectualidade portuguesa pretendeu atualizar o melhor do século XIX, herdado da Geração de Setenta, dentro do século XX, demarcando-se ao mesmo tempo criticamente das novas correntes culturais e filosóficas do novo século. Uns e outros, porém, carregarão para a história o estigma do fracasso da intervenção dos intelectuais na transformação da pólis e da sua impotência política, traídos pela comum crença utópica na possibilidade de mudar os homens e as mentalidades através do poder das ideias. Mas das duas trindades de intelectuais, a da Geração de Setenta e a seareira, foi sem dúvida esta última a que mais longe levou essa crença. Mais coesa como grupo, dotada de um programa reformador mais estruturado e de meios de intervenção midiática de maior alcance, viu-se, porém, a breve trecho entalada entre elites intelectuais bem mais sensíveis às ideias autoritário-conservadoras, numa primeira fase, e ao marxismo, numa segunda fase. Esgotava-se o tempo do intelectual-profeta ou consciência moral guia do povo, para emergir o tempo do intelectual-instrumento quer do Estado deificado no seu chefe político, quer da classe operária representada na sua vanguarda partidária. Seriam necessárias mais algumas décadas para que, em democracia, se viesse a superar essa dialética entre a concepção do intelectual-instrumentalizador do poder político e a do intelectual por este instrumentalizado. Não, porém, sem que a situação atual deixe de levantar novas interrogações sobre o estatuto dos intelectuais num mundo marcado pelo fim das grandes narrativas de legitimação e pelo poder da imagem, dos media e das novas tecnologias de informação. Até para que os intelectuais não se vejam hoje condenados a um simples papel ornamental e sejam capazes de manter e até de ampliar a sua liberdade e a sua força de intervenção crítica. Eis, entre muitos outros aspectos, a importância histórica e filosófica desta geração de intelectuais portugueses, a quem pode caber o epíteto de “geração de ouro”. (Do Prefácio de António Reis)
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